Artigo escrito pelo consultor Tiago Fischer, para a coluna Stracta, publicado na revista Agrorevenda nº 68, de agosto/2017.

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Artigo escrito pelo consultor Tiago Fischer, publicado na coluna Stracta, da revista AgroRevenda nº 67 – Edição: maio/Jun. 2017.

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Artigo escrito pelo consultor Tiago Fischer, para a coluna Stracta, publicado na revista Agrorevenda nº 66, de jan./fev.2017.

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Artigo escrito pelo consultor Tiago Fischer, publicado na Revista Agrorevenda nº 65 – Edição: Set/Out./2016.

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Artigo escrito pelo consultor da Stracta Mário Duarte e Sérgio Feliciano Crispim, publicado na Revista de Administração Contemporânea – RAC/ANPAD, no segundo semestre de 2017.

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Artigo escrito pelo consultor Tiago Fischer, para a coluna Stracta, publicado na revista Agrorevenda nº 64, de jun./jul.2016.

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Artigo escrito pelo consultor Tiago Fischer, para a coluna Stracta, publicado na revista Agrorevenda nº 63, de abril/maio.2016.

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Artigo escrito pelos consultores Alexandre Kuronuma, Uriel Rotta e Wellington Souza, para Revista Agrovenda nº 62 – Edição: Fevereiro / Março – 2016.

 

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Artigo escrito pelo consultor Tiago Fischer, publicado na Revista Agrorevenda nº 61 – Edição: Dezembro / Janeiro 2016.

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Artigo escrito pelo consultor Tiago Fischer, publicado na Revista Agrorevenda nº 60 – Edição: Agosto / Setembro – 2015.

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Artigo escrito pelo sócio-consultor Mário Duarte, para Revista NAVUS – Revista de Gestão e Tecnologia – publicado em jul./set.2015.

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Artigo escrito pelos consultores Alexandre Kuronuma, Uriel Rotta e Wellington Souza, para a Revista Agrorevenda nº 59, edição de junho/2015.

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Artigo escrito pelo sócio-consultor Tiago Fischer, para a revista Agrorevenda nº 59 – edição:junho/2015.

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Artigo escrito pelo consultor Tiago Fischer, publicado na coluna STRACTA, da Revista Agrorevenda nº 58, edição de Jan./Fev./2015.

 

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Artigo escrito pelos consultores Marco Conejero, Fernanda Lemos e Tiago Fischer, publicado na Revista Agrorevenda nº 58, edição de Jan./Fev./2015.

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Artigo escrito pela consultora da Stracta Consultoria Fernanda Lemos e Jogi Humberto Oshiai, publicado na Revista Beefworld, edição de dezembro/2014.

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Artigo escrito por Tiago Fischer e Camila Mourad, para a coluna Stracta, publicada na Revista Agrorevenda nº 57.

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Artigo escrito por Tiago Fischer, publicado na Revista Agrorevenda nº 57

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Artigo escrito por Tiago Fischer, publicado na coluna Stracta, da Revista Agrorevenda nº 56, de  ago.- set./2014.

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Artigo escrito por Wellington Souza e Uriel Rotta, na coluna Stracta, da revista Agrorevenda nº 56.

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Artigo escrito por Camila Mourad, publicado na coluna Stracta, da Revista Agrorevenda nº 55, edição de jun./julho/2014.

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No mundo corporativo é preciso estar sempre preparado para as transformações que garantam a competitividade de negócio. Processos de aquisição, fusão e sucessão estão presentes no cotidiano das empresas e é preciso saber lidar com elas.

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Artigo escrito por Augusto Hideo Ferreira e Uriel Antonio Superti Rotta, publicado na coluna Stracta da Revista Agrorevenda nº 54.

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Artigo de Tiago Fischer Ferreira, publicado na coluna Stracta da Revista Agrorevenda nº 54.

 

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A adoção de projetos estratégicos é fundamental para a sinergia entre as empresas envolvidas no negócio. Artigo escrito por Marco Antônio Conejero, Tiago Fischer Ferreira e Uriel Rotta para a revista AgroRevenda, edição 52, de novembro de 2013.

 

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Mais do que cenário macroeconômico é importante que as agrorevendas entendam a realidade da sua região de atuação. Artigo escrito por Marco Antônio Conejero e Tiago Fischer Ferreira para a revista AgroRevenda, edição de janeiro de 2014

 

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O gerenciamento de uma empresa familiar pede muito mais que o desejo conjunto de crescimento e sucesso. Pela sua importância no panorama atual do agronegócio brasileiro, a sucessão familiar foi um dos temas abordados na Bienal dos Negócios da Agricultura, nesta sexta-feira (09) no Cenarium Rural, em Cuiabá.

“No início há harmonia entre os familiares e a vontade de fazer o empreendimento dar certo, mas é preciso ter em mente que, com o tempo, esse negócio vai crescer, a complexidade na administração vai aumentar e as demandas serão bem diferentes do que eram no início”, ressaltou Teresa Roscoe, professora da Fundação Dom Cabral. Segundo Teresa, ainda falta clareza entre os membros de famílias que administram o negócio quanto às questões que exigem condições melhores de enfrentamento.

Para Fabiana Alves, gerente executiva do Rabobank, é preciso, antes de mais nada, definir as funções e responsabilidades do negócio, tanto dos herdeiros quanto dos outros membros da equipe. Além disso, é fundamental aprimorar a disponibilidade de informação. “Só assim será possível ter acompanhamento correto dos custos e resultados e, desta maneira, colocar no papel os planos de crescimento e investimento do negócio”, enfatiza.

Práticas de gestão são imprescindíveis porque, segundo Fabiana, conferem uma atmosfera mais profissional à administração do negócio e são ainda uma oportunidade de orientar os herdeiros e promover a integração com outros funcionários que estão há mais tempo no empreendimento. “São reuniões necessárias, mas que precisam ser concisas e produtivas”.

A falta de interesse das gerações futuras na administração dos negócios dos seus antecessores é outro desafio real no setor. De acordo com Claudio Pinheiro Machado, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), o processo sucessório não deve ser apenas o fatiamento da propriedade e a divisão entre os herdeiros. “Isso gera significativas perdas de eficiência administrativa”, observa.

Ainda de acordo com Machado, uma das soluções ao alcance do produtor é o auxílio disponível em treinamento ou consultoria para melhorar a qualidade em comunicação e disseminar a separação de papéis entre família, propriedade e gestão.

Fonte: Canal do Produtor. Entrevista concedida por Claudio Pinheiro Machado

O planejamento da sucessão familiar da empresa rural já começa a fazer parte do dia a dia do pecuarista da Baixada Cuiabana, Arno Schneider, 70. Ele e o filho, Carlos Eduardo Schneider, participaram do Programa piloto “Governança e Sucessão Familiar”, idealizado pela Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) com apoio da Universidade de São Paulo, por meio da Fundação Instituto Administração (USP/FIA).

O programa visa o desenvolvimento de herdeiros, sócios e gestores para lidar com os desafios da longevidade das empresas rurais familiar. As aulas tiveram início dia 24 de agosto e se encerram neste mês, completando as 64 horas de carga horária. “Os professores altamente qualificados mostraram de forma interessante, com muita didática, assuntos que muitas vezes são de difícil compreensão como tributação e contabilidade”, lembrou o pecuarista. “O curso foi excelente, abriu minha cabeça para o assunto e já estamos planejando como colocar os ensinamentos em prática”, revelou. “Fiquei surpreso com o Sucessão Familiar e indico para todo produtor, afinal toda empresa familiar passar por essa etapa”, completou.

Segundo o superintendente do Senar-MT, Tiago Mattosinho, o sucesso do primeiro programa irá se repetir nas próximas edições do Sucessão Familiar, programadas para ter início em abril de 2013. “Buscamos nomes de renome para ministrar as aulas. Eles são mais do que palestrantes, são consultores experientes que pensam na propriedade como empresa rural e que atendem de fato a necessidade dos produtores”, avaliou. “Para se ter uma ideia do sucesso desse programa abrimos 30 vagas para a primeira edição e por causa da grande procura precisamos abrir mais vagas”, revelou. “A turma foi formada por 34 participantes e 100% deles concluíram o treinamento, o que revela que o Sucessão atendeu a expectativa dos produtores”, disse Mattosinho.

A mobilização das novas turmas conta com a parceria da Aprosoja, AMPA e Famato. Interessados podem buscar informações na Famato pelo telefone 3928-4451 ou no Senar pelo telefone 3928-5825.

No corpo docente do curso estão os consultores da Stracta Tiago Fischer e Uriel Rotta, o conselheiro Cláudio Pinheiro Machado, e os parceiros Ricardo Velloso, Gustavo Passarelli e Ana Rita Schlatter.

Muito se sabe da pujança vivenciada pelo setor da construção civil em função do bom momento enfrentado pela economia brasileira e de programas governamentais de incentivos fiscais e creditícios. As construtoras claramente vêm buscando acompanhar essa tendência via crescimento orgânico, parcerias estratégias, ou fusões e aquisições de outras companhias.

Considerando a história econômica brasileira, com ciclos de alta e baixa, é aconselhável que o empresário do setor aproveite o momento com o uso da ferramenta de planejamento. Em especial, na análise de oportunidades de fusão ou aquisição de outras empresas.

É bastante disseminada no mundo dos negócios a prática do Valuation, termo em inglês que significa avaliação de empresas. Nada mais é do que o processo de avaliar o valor dos ativos, financeiro ou real, integrantes da empresa a ser vendida.

Antes da concretização da transação, a pedido da compradora, a empresa alvo passa por um processo de Due Dilligence, que significa Diligência Prévia. A ideia é fazer uma investigação formal, que vai além da avaliação econômica, e verificar o cumprimento de aspectos legais, contábeis, fiscais, trabalhistas e ambientais, para minimizar riscos e eventuais passivos futuros.

Independentemente do Valuation ou do Due Dilligence, essas práticas não garantem uma boa integração das empresas. Nesse sentido, esse artigo procura discutir como realizar esse processo sem perda de market share e fuga de talentos. É preciso realizar um projeto do tipo PMI (Post Merger Integration), que foca em alinhar a empresa adquirida à cultura e estilo de gestão da empresa adquirente, mas preservando os pontos fortes como marca, pessoas, capacidade de inovação e carteira de clientes.

Para a empresa adquirente, a compra do concorrente sempre visa ganhar market share e agregar competências complementares. Mesmo assim, lacunas e pontos de melhoria são possíveis de serem identificados. Recomenda-se então a realização de um diagnóstico interno, em ambas as empresas, para identificar lacunas em estratégia, estrutura organizacional, recursos humanos, e em processos comercial, industrial e administrativo-financeiro.

Em paralelo a isso, é recomendável a realização de uma pesquisa de mercado com os clientes estratégicos e segmentos de atuação de ambas as empresas, com vistas a identificar percepções de posicionamento de preço e qualidade de serviços. A voz do mercado é um importante instrumento para evitar possíveis miopias dos executivos internos.

Tendo em mãos a lista final de lacunas e pontos de melhoria, sugere-se a proposição de um modelo de gestão (e estrutura organizacional) para a empresa resultante, que leve em consideração:

  • novo corpo diretivo para a empresa resultante;
  • admissão e demissão de pessoas conforme a nova estrutura;
  • melhorias em processos e rotinas nas áres administrativo-financeira, comercial e industrial;
  • rotina de reuniões entre a nova administração da empresa resultante.

 

Artigo publicado na revista Notícias da Construção, de outubro de 2013. Clique aqui para baixar o PDF

Artigo de Cláudio Pinheiro Machado publicado no jornal Folha de S.Paulo, em 21/10/2012.

 

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